Amor torpe e vadio
Forte como o vento
Assobio fino e lamento
Lagrimas de coração não existem
Amor não é corda
Não se jogue
Amor castiga os desavisados
Amor corroe os despreparados
Amor é laço de fino traço
É gota de sangue
Vermelho e molhado
Não se sofre um amor até que ele exista
Que ele nunca exista
Ou que eu desista.
sábado, 13 de março de 2010
Não há motivos para um dia o homem pisar na terra
Na estranha luta divina
O homem parece fruto de uma rima
Some o homem e surge um nome
Some o deus e surge um ateu
De onde brota a santidade
Que não dá ao homem
Nem motivo para ser homem
Nem para ter nome
Nem para ter deus
Onde mora o meu divino
Que surge como um mugido
E se vai ao infinito
Somos nós nossos deuses
Nossas estrelas e constelação
O brilho da nossa existência não pode ser um eterno sermão
Surge auroras de gloria
Deságuam passados de guerra
Vivemos em busca da vitoria
Suspendemos nossos austeros
Sofremos nossas derrotas
Mas não nos respondemos
De onde viemos?
E para quê somos?
Por que ser em um mundo
Onde não se valoriza os mundos
Os deuses calados em seus próprios calços
O mundo gritando em um giro
O homem deus sorrindo
E o desespero é saber que não sabe viver
Gloria ao senhor nas alturas
E desgraça aos homens na terra
Que venha deus salvar sua criação inútil
Fornada queimada
Sem sentido no mundo
Laboratório da vida
Grande forca da morte
Salve o homem de deus
Salvem a Deus dos homens.
Albérico Queiroz
Na estranha luta divina
O homem parece fruto de uma rima
Some o homem e surge um nome
Some o deus e surge um ateu
De onde brota a santidade
Que não dá ao homem
Nem motivo para ser homem
Nem para ter nome
Nem para ter deus
Onde mora o meu divino
Que surge como um mugido
E se vai ao infinito
Somos nós nossos deuses
Nossas estrelas e constelação
O brilho da nossa existência não pode ser um eterno sermão
Surge auroras de gloria
Deságuam passados de guerra
Vivemos em busca da vitoria
Suspendemos nossos austeros
Sofremos nossas derrotas
Mas não nos respondemos
De onde viemos?
E para quê somos?
Por que ser em um mundo
Onde não se valoriza os mundos
Os deuses calados em seus próprios calços
O mundo gritando em um giro
O homem deus sorrindo
E o desespero é saber que não sabe viver
Gloria ao senhor nas alturas
E desgraça aos homens na terra
Que venha deus salvar sua criação inútil
Fornada queimada
Sem sentido no mundo
Laboratório da vida
Grande forca da morte
Salve o homem de deus
Salvem a Deus dos homens.
Albérico Queiroz
Sufoco
Quantos braços a vida me oferece por dia
Quantas vidas meus braços abraçam por dia
Quanta vida sem saber o que é um abraço
Quantos olhos choram tristes
Quanta felicidade se vai
E quanto tempo é gasto
Para ser um algo
Esquecendo-se do seu próprio alguém
Quantas casas que não são moradias
Quantos pensamentos voando soltos
Quanto nada no meio do mundo
E todo o mundo virando um nada
É pouco somente pensar
É pouco somente quantificar
Não adianta muito viver em um mundo
Que eu ajudei a acabar
A culpa também é minha
Que vivi em um mundo sem saber
Quantos braços tinham pra me abraçar
É tudo pouco
Se a vida respira em sufoco
Para tentar se salvar
Quantas vidas meus braços abraçam por dia
Quanta vida sem saber o que é um abraço
Quantos olhos choram tristes
Quanta felicidade se vai
E quanto tempo é gasto
Para ser um algo
Esquecendo-se do seu próprio alguém
Quantas casas que não são moradias
Quantos pensamentos voando soltos
Quanto nada no meio do mundo
E todo o mundo virando um nada
É pouco somente pensar
É pouco somente quantificar
Não adianta muito viver em um mundo
Que eu ajudei a acabar
A culpa também é minha
Que vivi em um mundo sem saber
Quantos braços tinham pra me abraçar
É tudo pouco
Se a vida respira em sufoco
Para tentar se salvar
Inocentes
Uma nação de pobres inocentes
Os nossos filhos virando delinqüentes
Tudo é tão bom tudo é tão lindo
Na novela da tv só tem filho de rico
Eu não entendo não compreendo
Como tanta miséria ainda está acontecendo
Prostituição hoje é renda familiar
São vários cacos de vida espalhados pelo ar
População tratada como lixo
Universitário com estagio pra mendigo
Está declarado estado de guerra
Vamos todos nos unir para lutar contra miséria
População população
E eu ainda me pergunto de quem é essa nação
Uma nação de pobres inocentes
Que sofre muito mais por seus antecedentes
Antecedentes que os descrevem
Mostra o quanto foi sofrido tudo o que passou na pele
Eu nem consigo te escutar
Escuto choro de criança espalhado pelo ar
Os nossos filhos virando delinqüentes
Tudo é tão bom tudo é tão lindo
Na novela da tv só tem filho de rico
Eu não entendo não compreendo
Como tanta miséria ainda está acontecendo
Prostituição hoje é renda familiar
São vários cacos de vida espalhados pelo ar
População tratada como lixo
Universitário com estagio pra mendigo
Está declarado estado de guerra
Vamos todos nos unir para lutar contra miséria
População população
E eu ainda me pergunto de quem é essa nação
Uma nação de pobres inocentes
Que sofre muito mais por seus antecedentes
Antecedentes que os descrevem
Mostra o quanto foi sofrido tudo o que passou na pele
Eu nem consigo te escutar
Escuto choro de criança espalhado pelo ar
terça-feira, 9 de março de 2010
História e vida
A historia continua a mesma
Você me amando sem poder
Eu te amando sem te ter
Onde será que a historia nos levará
Onde mora nossos destinos
Distante e tão longe que não posso enxergar
Não sei como será depois que acabar
Mas não posso viver sem ouvir de você
“para sempre vou te amar”
Enquanto vivo amor em sonho
Sonho com o dia que não precise sonhar
Sonho com você na minha cama
Vendo o dia chegar
Com a cabeça em meu ombro
Com os olhos cheios de sono
Com a cara cansada
E preguiça de acordar
Penso em momentos comuns
E fatos banais
Caminhar de mãos dadas
Sentar juntos em uma escada
Olhar e se beijar
Mas o tempo passou
E chega o dia que iremos nos separar
Que caminhos nos reserva
Aonde essa estrada nos leva
Porque não é simples amar
Onde eu vou buscar apoio
Aonde você irá se alegrar
E como é bom o seu riso
Como é bom poder te animar
Porque a historia faz isso?
Traz o amor e não deixa vingar
Carrego comigo ao menos um tesouro
Que veio em parcelas
E a primeira tive que roubar
Tão suave quanto uma nuvem
Tão inesperado quanto um trovão
Um beijo roubado
Feliz de mim, pobre ladrão
Não sabia que um beijo
Lhe traria uma paixão
Beijo que não foi a chave
Mas arrombou a porta
Que limitava meu acesso
Ao seu coração
Beijo que fez você também querer
E mesmo querendo juntos
Demos lugar à razão
Nos evitamos pela consciência
Nos aproximamos pelo coração
Tão próximos e tão distantes
Só um cinema pra reaproximar nossa emoção
E agora embora separados
Continuamos enamorados
Esperando por uma decisão
O que a vida fará da gente
O que devemos fazer então
E o que se faz de um homem
Sem o amor em suas mãos
Albérico Queiroz
Você me amando sem poder
Eu te amando sem te ter
Onde será que a historia nos levará
Onde mora nossos destinos
Distante e tão longe que não posso enxergar
Não sei como será depois que acabar
Mas não posso viver sem ouvir de você
“para sempre vou te amar”
Enquanto vivo amor em sonho
Sonho com o dia que não precise sonhar
Sonho com você na minha cama
Vendo o dia chegar
Com a cabeça em meu ombro
Com os olhos cheios de sono
Com a cara cansada
E preguiça de acordar
Penso em momentos comuns
E fatos banais
Caminhar de mãos dadas
Sentar juntos em uma escada
Olhar e se beijar
Mas o tempo passou
E chega o dia que iremos nos separar
Que caminhos nos reserva
Aonde essa estrada nos leva
Porque não é simples amar
Onde eu vou buscar apoio
Aonde você irá se alegrar
E como é bom o seu riso
Como é bom poder te animar
Porque a historia faz isso?
Traz o amor e não deixa vingar
Carrego comigo ao menos um tesouro
Que veio em parcelas
E a primeira tive que roubar
Tão suave quanto uma nuvem
Tão inesperado quanto um trovão
Um beijo roubado
Feliz de mim, pobre ladrão
Não sabia que um beijo
Lhe traria uma paixão
Beijo que não foi a chave
Mas arrombou a porta
Que limitava meu acesso
Ao seu coração
Beijo que fez você também querer
E mesmo querendo juntos
Demos lugar à razão
Nos evitamos pela consciência
Nos aproximamos pelo coração
Tão próximos e tão distantes
Só um cinema pra reaproximar nossa emoção
E agora embora separados
Continuamos enamorados
Esperando por uma decisão
O que a vida fará da gente
O que devemos fazer então
E o que se faz de um homem
Sem o amor em suas mãos
Albérico Queiroz
Doce sabor
O vinho em teu corpo
Doce sabor
Embebeda seus cabelos loiros
Me entorpece de amor
Convoca de mim uma estatua
Ativa em você as mãos finas que me afaga
Nos faz perceber a hora
O correr do rio
E as águas que vão embora
Seu corpo em meus braços
O vinho nos deixa molhados
É quente que se faz amor
É fogo que queima em prazer
Não te quero como minha esposa
Só quero experimentar você
Albérico Queiroz
Doce sabor
Embebeda seus cabelos loiros
Me entorpece de amor
Convoca de mim uma estatua
Ativa em você as mãos finas que me afaga
Nos faz perceber a hora
O correr do rio
E as águas que vão embora
Seu corpo em meus braços
O vinho nos deixa molhados
É quente que se faz amor
É fogo que queima em prazer
Não te quero como minha esposa
Só quero experimentar você
Albérico Queiroz
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Beija-Flor
Já não me encanta ouvir seu canto
Chorar meu pranto
Sentir sua voz
Já não me encanta lembrar seu riso
Pensar no destino
Alegria em uma só voz
Já não me encanta sentir seu toque
Que a tanto me comove
Com o bailar das suas mãos
Já não me encanta amar sozinho
Fui criado num ninho
E agora quero voar
Beija-flor de flor em flor
Fica parado e não deixa de se movimentar
Não quero parar no sentimento
Com a alegria da vida
Quero me fazer escutar
Já não me encanta viver sozinho
Sem um abraço
Sem um carinho
Noites frias só me faz chorar.
Chorar meu pranto
Sentir sua voz
Já não me encanta lembrar seu riso
Pensar no destino
Alegria em uma só voz
Já não me encanta sentir seu toque
Que a tanto me comove
Com o bailar das suas mãos
Já não me encanta amar sozinho
Fui criado num ninho
E agora quero voar
Beija-flor de flor em flor
Fica parado e não deixa de se movimentar
Não quero parar no sentimento
Com a alegria da vida
Quero me fazer escutar
Já não me encanta viver sozinho
Sem um abraço
Sem um carinho
Noites frias só me faz chorar.
Ésse Dois S2
É coisa de pele
Contato com o tato
Me perco no espaço
Me espalho e me acho
É calor no seu corpo
É meu fogo é seu fogo
É um abraço apertado
É um estouro é um estouro
É seu ar ofegante
Que me aquece insinuante
Que me faz incendiar
É sua mordida na orelha
Que me arrepia e me desnorteia
Que me faz querer te amar
Albérico Queiroz
Contato com o tato
Me perco no espaço
Me espalho e me acho
É calor no seu corpo
É meu fogo é seu fogo
É um abraço apertado
É um estouro é um estouro
É seu ar ofegante
Que me aquece insinuante
Que me faz incendiar
É sua mordida na orelha
Que me arrepia e me desnorteia
Que me faz querer te amar
Albérico Queiroz
Suas verdades
Abre a janela
Não diga que é tarde
No seu livro você escreve
Só suas verdades
Abre os olhos
O dia amanhece
Se olhe no espelho
A gente envelhece
Abre seu peito
Desperta seu medo
Se sente o desejo
Deseje com jeito
Que o jeito é esperar
Me olhe nos olhos
Me leia em seus lábios
Me sinta em sua pele
Não apele que eu desabo.
Albérico Queiroz
Não diga que é tarde
No seu livro você escreve
Só suas verdades
Abre os olhos
O dia amanhece
Se olhe no espelho
A gente envelhece
Abre seu peito
Desperta seu medo
Se sente o desejo
Deseje com jeito
Que o jeito é esperar
Me olhe nos olhos
Me leia em seus lábios
Me sinta em sua pele
Não apele que eu desabo.
Albérico Queiroz
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Valores
De que adianta pernas
Se não tenho vontade de correr
De que me valem os braços
Se não tenho vontade de abraçar
Se que valem as mãos
Se não tenho o que segurar
De que me vale o nariz
Se não tenho o que cheirar
De que me valem os olhos
Se no mundo escuro não posso enxergar
De que me valem os ouvidos
Se nunca soube escutar
De que me vale a boca
Se nunca consegui te beijar
De que me vale o coração
Se nunca soube te amar
Se não tenho vontade de correr
De que me valem os braços
Se não tenho vontade de abraçar
Se que valem as mãos
Se não tenho o que segurar
De que me vale o nariz
Se não tenho o que cheirar
De que me valem os olhos
Se no mundo escuro não posso enxergar
De que me valem os ouvidos
Se nunca soube escutar
De que me vale a boca
Se nunca consegui te beijar
De que me vale o coração
Se nunca soube te amar
Sorte
Chegar a um meio termo
É simplesmente impossível
O que falta é respeito
Pois ainda estamos no início
O difícil é acreditar
Que ainda podemos estar certos
Tentando contestar
Fazem da nossa vida um inferno
Mas é com a cara na verdade que encontramos um mistério
Para a vida e para a morte sempre se depende de sorte
Sorte de que o divino não seja o seu inimigo
Sorte de não julgar quando só deve concordar
Sorte de ter a verdade para se apoiar
Sorte de olhar pra sua cara e dizer que você não sabe sonhar
É simplesmente impossível
O que falta é respeito
Pois ainda estamos no início
O difícil é acreditar
Que ainda podemos estar certos
Tentando contestar
Fazem da nossa vida um inferno
Mas é com a cara na verdade que encontramos um mistério
Para a vida e para a morte sempre se depende de sorte
Sorte de que o divino não seja o seu inimigo
Sorte de não julgar quando só deve concordar
Sorte de ter a verdade para se apoiar
Sorte de olhar pra sua cara e dizer que você não sabe sonhar
País camelô
Brasil pais camelô
A mulherada ta na praia
Ta fazendo muito calor
Brasil pais camelô
Pexinxe aqui pexinxe ali
Tente abaixar esse valor
Brasil pais camelô
Aqui se vente tudo
Baratinho pro senhor
Brasil pais camelô
Nessa historia é muito besta
Quem ainda não roubou
Brasil pais camelô
Se compra pai se compra mãe
Deputado e senador
Brasil pais camelô
Aqui ninguém tem culpa
eu sou inocente por favor
Brasil pais camelô
Olha a bunda da mulata
Se pagar é filme pornô
Brasil pais camelô
To sem dinheiro nessa terra
Que o diabo abençoou
Brasil pais camelô
Aqui se faz aqui se deve
Vez bem quem economizou
Brasil pais camelô
A mulherada ta na praia
Ta fazendo muito calor
Brasil pais camelô
Pexinxe aqui pexinxe ali
Tente abaixar esse valor
Brasil pais camelô
Aqui se vente tudo
Baratinho pro senhor
Brasil pais camelô
Nessa historia é muito besta
Quem ainda não roubou
Brasil pais camelô
Se compra pai se compra mãe
Deputado e senador
Brasil pais camelô
Aqui ninguém tem culpa
eu sou inocente por favor
Brasil pais camelô
Olha a bunda da mulata
Se pagar é filme pornô
Brasil pais camelô
To sem dinheiro nessa terra
Que o diabo abençoou
Brasil pais camelô
Aqui se faz aqui se deve
Vez bem quem economizou
Brasil pais camelô
GOIABA SIRIGUELA
O seu rosto eu vi no mar
Donzela sereia
Senti o seu gosto em um luar
Goiaba Siriguela
Umbu maracujá
O seu gosto é tão doce
Que me faz até sonhar
Se um dia você morresse
Par o mar eu iria voltar
Porque lá vive a solidão
Que comigo há de morar
hehehehe
Albérico Queiroz e Felipe Buente.
Nostalgia total
Donzela sereia
Senti o seu gosto em um luar
Goiaba Siriguela
Umbu maracujá
O seu gosto é tão doce
Que me faz até sonhar
Se um dia você morresse
Par o mar eu iria voltar
Porque lá vive a solidão
Que comigo há de morar
hehehehe
Albérico Queiroz e Felipe Buente.
Nostalgia total
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
minhas flores em seus braços
um pedido de amor
firmam forte o laço
de algo que nunca acabou
no calor dos teus beijos
a paixão o desejo
no bailar das minhas mãos
um tropeço, um escorrego
no meu jardim florido
nos teus olhos vejo lirios
seu perfume a me lembrar
da sua boca macia
da sua voz que me cadencia
o desejo de te amar
Albérico (apaixonadão)
um pedido de amor
firmam forte o laço
de algo que nunca acabou
no calor dos teus beijos
a paixão o desejo
no bailar das minhas mãos
um tropeço, um escorrego
no meu jardim florido
nos teus olhos vejo lirios
seu perfume a me lembrar
da sua boca macia
da sua voz que me cadencia
o desejo de te amar
Albérico (apaixonadão)
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Cavaleiro da Luz
Meu brilho no céu
Cortando o universo a minha frente
Mudando minha vista
Me fazendo lhe enxergar onipresente
Presente da luz cavaleiro do céu
Abre as portas do mundo
A janela do universo de si
Encanta em seu brilho o destino dos homens
Da vida do dia
Cafezinho certinho
Paletó organizadinho
Balança o mundo com seu estrondo
Treme o juízo tão torto
Cavaleiro da luz abana esse fogo
Me faz arder de vontade
Mudar o mundo não vale
Mudar o homem é tarde
Cavaleiro da luz que caminho seguir
Me abre as portas da vida
Me abre as janelas de mim
Cortando o universo a minha frente
Mudando minha vista
Me fazendo lhe enxergar onipresente
Presente da luz cavaleiro do céu
Abre as portas do mundo
A janela do universo de si
Encanta em seu brilho o destino dos homens
Da vida do dia
Cafezinho certinho
Paletó organizadinho
Balança o mundo com seu estrondo
Treme o juízo tão torto
Cavaleiro da luz abana esse fogo
Me faz arder de vontade
Mudar o mundo não vale
Mudar o homem é tarde
Cavaleiro da luz que caminho seguir
Me abre as portas da vida
Me abre as janelas de mim
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